Inteligência emocional – O que é e porque isso vai decidir o seu futuro profissional

Você já deve ter ouvido a frase “contrata-se pela competência técnica e demite-se pela comportamental”.

Essa ainda é uma verdade em grande parte das organizações. O que mudou é que começaram a entender que como qualquer outra competência, as competências socioemocionais também podem ser desenvolvidas.

E se você quiser se manter no mercado de trabalho, é importante que seja rápido!

Quando falamos de inteligência emocional, consideramos na maioria das vezes 05 habilidades principais: autoconhecimento, autorregulação, automotivação, empatia e relacionamento interpessoal.

O desenvolvimento destas habilidades faz com que o profissional consiga ter mais resultados, inclusive comparados aos que possuem maior quociente de inteligência, o tal QI. Que era considerado até pouco tempo atrás o parâmetro de referência para seleções profissionais.

O que foi observado é que pessoas com maior QE – Quociente Emocional tinham melhores resultados, pois conseguiam integrar mais pessoas em prol de seus objetivos, ampliando os resultados através do engajamento.

Se até duas décadas atrás, nos pediam para levar apenas nossas mãos (mão-de-obra) e deixar nossa cabeça em casa, agora vemos claramente o contrário. Com mais tecnologia precisamos mesmo é de cabeças pensantes. E para estarmos inteiros de corpo e alma, é preciso ter inteligência emocional.

É a inteligência emocional que nos permite compreender pontos de vista diferentes em um discursão de trabalho, nos permite identificar o que nos incomoda e o que nos motiva a ir trabalhar com foco.

Com inteligência emocional, trabalhamos melhor em equipe, percebemos melhor o outro e somos mais intuitivos e criativos.

Mas como exercitar isso no dia a dia?

Comece a dedicar 05 minutos do seu dia para entender o que lhe deixou feliz ou triste naquele dia. Isso lhe trará maior autoconhecimento.

Esteja atento as coisas que lhe incomodam com mais frequência e tente entender o motivo (gatilho) por trás desse comportamento. Assim você começa a se antecipar e desenvolver a sua autorregulação.

Tire um dia para anotar coisas das quais se orgulha e porque isso lhe trouxe essa sensação. Lembre-se desta lista quando quiser acessar um estado emocional de motivação.

Descubra o porquê você faz o que faz, perceba o propósito. Quem tem um porque suporta melhor o como.

Se coloque diante de situações diferentes e se pergunte como seria se fosse você, considerando todo o contexto envolvido. Abra espaço para empatia.

Quando estiver mais claro, provavelmente vai se perceber de uma forma diferente e também o mundo a sua volta. Você vai construir relações mais harmônicas.

Entenda que o desenvolvimento da Inteligência Emocional é um processo contínuo, não um curso com carga horária definida e certificado de conclusão.

Mas ela será seu diferencial em relação ao novo mercado de trabalho, pois se antes contratavam pela competência técnica, agora as empresas já contratam avaliando a inteligência emocional.

E você não quer ficar fora dessa revolução. Bora lá?

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